Tarcísio abre vantagem de 11 pontos sobre Lula em eventual segundo turno, aponta pesquisa Futura

Uma pesquisa nacional realizada pelo Instituto Futura Inteligência entre os dias 12 e 23 de junho revela que Tarcísio de Freitas abriu uma vantagem de 11,6 pontos sobre o presidente Lula em uma simulação de segundo turno para as eleições de 2026.

Segundo o levantamento, Tarcísio aparece com 46,5% das intenções de voto, enquanto Lula soma 34,9%. Brancos e nulos representam 15,8% e os indecisos somam 2,8%. Esta é a primeira vez, desde julho de 2023, que Tarcísio lidera com folga acima da margem de erro em um eventual confronto direto com o presidente.

Em maio deste ano, os dois apareciam tecnicamente empatados, com Tarcísio marcando 41,1% e Lula, 41%. Desde então, Tarcísio cresceu 5,4 pontos e Lula recuou 6,1 pontos, o que mostra uma tendência de desgaste da imagem do atual governo e fortalecimento da oposição.

O resultado é considerado relevante por analistas, que destacam o espaço ainda em aberto no eleitorado, principalmente entre os que rejeitam as principais figuras da política atual.

A pesquisa ouviu 2.000 pessoas em todo o país e tem margem de erro de 2,2 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%.

Outras simulações também foram testadas. Jair Bolsonaro aparece com 50% contra 37,4% de Lula, enquanto Michelle Bolsonaro marca 48,4% contra 38% do atual presidente.

Os números revelam um momento de fragilidade para Lula, com perda de apoio inclusive entre setores populares. Já Tarcísio se destaca como uma alternativa cada vez mais viável e competitiva para o próximo ciclo eleitoral.

Felipe Camarão tenta apagar incêndio político que ele mesmo provocou

Uma publicação feita pelo vice governador do Maranhão, Felipe Camarão, nesta sexta feira (27), expôs ainda mais a fragilidade política do petista, que hoje caminha isolado e sem credibilidade dentro do próprio grupo dinista.

No post, ele comenta um suposto “estranho pronunciamento” de um membro do governo estadual, que teria apontado a escolha de um nome para vice em 2026 como fator de divisão dentro do grupo que venceu as eleições de 2014, 2018 e 2022. Felipe reage afirmando que isso seria “estranho e inexistente”, pois, segundo ele, nunca houve qualquer diálogo com o governador Carlos Brandão sobre esse tema.

A pergunta que ecoa é simples: se nunca houve diálogo, se o tema é inexistente, por que comentar? A resposta pode estar no desconforto de ver o seu nome completamente fora das articulações de 2026 e, ainda assim, ser citado nos bastidores como peça descartada. A publicação soa como um recado desesperado de quem tenta manter um lugar em um grupo do qual ele mesmo já se retirou.

E não se trata de suposição. O rompimento já aconteceu e foi causado por ele. Camarão queimou a largada quando decidiu se lançar como pré candidato ao governo antes da hora, sem maturidade política e atropelando lideranças históricas do grupo. Sua ambição desmedida criou rachaduras que ele nunca mais conseguiu colar.

Para piorar, envolveu se em polêmicas recentes, como o episódio em que atacou diretamente a deputada estadual Mical Damasceno, figura de destaque na política maranhense, e até hoje nunca se retratou publicamente. O silêncio diante de suas próprias falhas foi mais eloquente do que qualquer discurso de união.

Hoje, Felipe Camarão não representa mais o grupo dinista e tampouco tem musculatura política para influenciar decisões importantes. Sua tentativa de parecer conciliador chega tarde demais. O grupo seguiu, e ele ficou.

Lula atinge menor índice de avaliação positiva desde o início do mandato, revela Datafolha.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcançou o menor nível de aprovação desde o início de seu atual mandato. De acordo com levantamento do instituto Datafolha, divulgado nesta sexta feira, 27 de junho de 2025, apenas 23,9 por cento dos brasileiros consideram o governo Lula como ótimo ou bom.

O índice representa a pior marca já registrada nesta gestão, sinalizando uma queda contínua na avaliação positiva do presidente ao longo dos últimos meses.

Ainda segundo os dados da pesquisa, a rejeição ao governo também aumentou. Mais de 40 por cento dos entrevistados classificaram a atual administração como ruim ou péssima, reforçando o momento de desgaste enfrentado por Lula junto à opinião pública.

Entre os fatores que podem ter influenciado na queda da aprovação estão a alta no preço dos alimentos, a desvalorização do real e as polêmicas recentes envolvendo propostas de taxação do Pix, que geraram forte reação negativa entre a população.

Analistas políticos apontam que os números refletem um cenário de insatisfação crescente e indicam que o governo terá desafios ainda maiores pela frente para recuperar a confiança de parte significativa do eleitorado.

Justiça parada: Comarcas de São Bento e região vivem colapso e revoltam advogados e população.

Advogados, mães, pais, vítimas e cidadãos comuns estão indignados com o que chamam de “colapso da Justiça” na comarca de São Bento, no Maranhão. A revolta não é sem razão: processos simples, como ações de guarda de filhos, alimentos ou reconhecimento de paternidade, estão há anos parados nos arquivos da Vara Única do município, alguns há mais de 4 anos sem uma única decisão.

O problema atinge tanto o Tribunal de Justiça quanto o Ministério Público da cidade, que abrange também os municípios vizinhos de Bacurituba e Palmeirândia. O sentimento geral, de forma unânime entre advogados e usuários do sistema, é de que São Bento vive uma das piores realidades do Judiciário maranhense.

“Tenho um processo de guarda da minha filha há mais de 2 anos e sequer uma audiência foi marcada. Conheço mães que esperam há 4 anos por uma resposta. Isso é desumano”, desabafa um pai, que preferiu não se identificar.

Tribunal de Justiça: lentidão crônica

Na Vara Única de São Bento, o que era para ser uma instância de justiça tem se tornado um pesadelo para quem precisa de agilidade, principalmente nas causas familiares. Segundo relatos..

Mesmo com a implantação de projetos como o “Justiça de Todos”, que prometia inclusão digital para Bacurituba e Palmeirândia, e iniciativas de conciliação itinerante, a realidade prática segue a mesma: quase nada anda.

A recente reforma no prédio do fórum também causou transtornos, com o atendimento presencial suspenso por mais de um mês. Mas a crítica principal é à falta de celeridade no trâmite processual. Em vez de resolver conflitos, a Justiça local parece aprofundar dores.

Ministério Público: sem promotor titular há mais de dois anos

Se o TJ vai mal, o Ministério Público não fica atrás. A Promotoria de São Bento está sem promotor titular há mais de dois anos. A falta de estabilidade no cargo compromete investigações, ações civis, audiências e a defesa dos direitos da população.

A única iniciativa recente foi o anúncio da elevação da comarca à Segunda Entrância, medida que visa atrair mais promotores interessados na vaga. Mas até agora, nada foi resolvido de fato. A nova sede da promotoria foi entregue em maio deste ano, mas isso não garantiu melhoria efetiva nos serviços.

A indignação da classe jurídica

Advogados da região têm relatado extrema dificuldade em exercer a profissão na comarca. Atos processuais simples, que poderiam ser resolvidos com um despacho ou uma audiência virtual, acabam arrastando-se por meses ou anos.

“É um absurdo o que enfrentamos em São Bento. É a comarca mais travada do estado. Os clientes perdem a confiança na Justiça e a culpa recai sobre nós, advogados”, comentou um defensor público informalmente à nossa redação.

Um apelo por justiça

A população está cansada. São mães, idosos, trabalhadores e jovens que precisam da atuação do Judiciário para garantir o básico: pensão alimentícia, tutela de menores, acesso à saúde, solução de conflitos.

A comarca de São Bento precisa ser olhada com urgência pelo Tribunal de Justiça do Maranhão e pela Procuradoria Geral de Justiça. Não dá mais para normalizar a morosidade, o abandono e a omissão.

O Judiciário não pode continuar sendo um símbolo de frustração e descaso para milhares de maranhenses que moram nessa região da Baixada.

Maranhão pode perder controle do Porto do Itaqui por saques milionários na gestão Flávio Dino.

O estado do Maranhão pode perder o controle administrativo do Porto do Itaqui, um dos mais importantes do país, por causa de saques milionários realizados durante a gestão do ex-governador Flávio Dino. A concessão atual da Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap), responsável pela gestão do porto, vence em fevereiro de 2026, e a renovação está sob séria ameaça.

De acordo com decisão da Justiça Federal, cerca de 141 milhões de reais foram retirados indevidamente das contas da Emap entre 2017 e 2018. O dinheiro, que deveria ser investido exclusivamente no próprio porto, foi direcionado para o Tesouro estadual, em uma operação considerada ilegal e contrária às normas do convênio com a União.

A Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) classificou o desvio como uma manobra “furtiva” do governo da época e defende que os valores sejam integralmente devolvidos. Sem esse ressarcimento, o Ministério de Portos e Aeroportos já sinalizou que a prorrogação do contrato não será possível.

Para evitar a perda da concessão, a renovação depende de um acordo entre a Emap, o governo estadual, a Antaq e o próprio ministério, por meio da Câmara de Conciliação e Arbitragem da Administração Federal. O prazo é apertado e, até o momento, nenhuma solução concreta foi anunciada.

O ex-deputado estadual Adriano Sarney comentou a situação e atribuiu o risco à herança deixada por Flávio Dino, que classificou como um “legado desastroso”. Para ele, o Maranhão pode ver um de seus principais ativos estratégicos ser devolvido ao controle da União por falta de responsabilidade e gestão adequada.

Se não houver devolução dos valores e acordo entre as partes, o Maranhão perderá o direito de administrar o Porto do Itaqui já a partir de 2026, o que pode gerar impactos econômicos significativos para o estado.

Maura Jorge anuncia que seu filho Rui Jorge será pré candidato a deputado estadual.

Maura Jorge anunciou nesta terça feira que seu filho Rui Jorge Neto será pré candidato a deputado estadual nas eleições de 2026. A decisão foi divulgada por meio das redes sociais, onde Maura compartilhou um texto emocionado destacando sua trajetória política e a confiança no filho para dar continuidade ao trabalho em defesa do povo maranhense.

“Essa não é apenas uma decisão de mãe, mas de líder pública”, afirmou. Maura Jorge lembrou sua atuação em quatro mandatos como deputada estadual, sempre entre as mais bem votadas do estado, e quatro gestões como prefeita, sendo eleita com a maior diferença de votos da história em sua última eleição. Também foi candidata ao governo do Maranhão.

Segundo ela, a escolha de apresentar Rui Jorge como pré candidato foi construída com diálogo e alinhamento com o grupo político que a acompanha há anos. Rui é advogado, empresário e foi criado com os mesmos valores que nortearam a vida pública da mãe: respeito ao povo, sensibilidade para servir e humildade para aprender.

Maura o descreve como um jovem íntegro, sério e preparado, comprometido com a boa política, aquela que transforma de verdade a vida das pessoas. “A política nunca ficará vazia. Sempre será ocupada por alguém. Por isso, é nosso dever lutar para que ela seja ocupada por quem honra o povo, respeita a confiança recebida e entrega resultados”, declarou.

Ao apresentar Rui Jorge, Maura reforçou que segue firme na missão de servir ao Maranhão e acredita que a renovação política precisa ser construída com responsabilidade, compromisso e amor ao próximo. A mensagem termina com um convite à população: “Se você também acredita que é possível fazer diferente, vem com a gente construir esse novo capítulo”.

Governo Lula nega ajuda para trazer corpo de brasileira morta na Indonésia, mas já usou avião da FAB para buscar aliada condenada por corrupção.

A morte da brasileira Juliana Marins na Indonésia chocou o país. Mas ainda mais revoltante é a frieza do governo Lula, que decidiu não custear o translado do corpo da jovem de volta ao Brasil. A justificativa? Uma norma fria que ignora completamente o sentimento humano e a solidariedade que o Estado deveria demonstrar com seus cidadãos.

Juliana era uma cidadã brasileira. Morreu brutalmente do outro lado do mundo e sua família agora enfrenta o pesadelo de ter que arcar sozinha com os altíssimos custos para trazer seu corpo de volta. Tudo isso enquanto o governo assiste de braços cruzados. O Itamaraty se limita a fornecer “apoio administrativo”, como se isso fosse consolo suficiente para uma mãe enterrada em dor.

O mais escandaloso é que o mesmo presidente Lula que agora se recusa a ajudar uma brasileira inocente e indefesa já usou um avião da Força Aérea Brasileira para buscar do exterior uma condenada por corrupção. Isso mesmo. Em 2016, Nadine Heredia, ex primeira dama do Peru, condenada pela Justiça de seu país, foi beneficiada com a estrutura do Estado brasileiro para vir ao país.

Ou seja, para uma aliada política envolvida em escândalos, há avião da FAB, proteção e tapete vermelho. Mas para uma jovem brasileira assassinada em território estrangeiro, resta o abandono.

O recado é claro e revoltante: o governo Lula prefere proteger corruptos do que demonstrar humanidade com seus próprios cidadãos. Enquanto a família de Juliana faz vaquinha para trazer o corpo da filha, o governo que se diz do povo faz política com jatinhos oficiais, recursos públicos e desprezo absoluto pela dor alheia.

Quantos mais terão que morrer longe de casa para que se reconheça o mínimo de respeito e dignidade? A insensibilidade do governo brasileiro neste caso é um tapa na cara de todos os brasileiros que acreditam na vida, na justiça e no valor humano de cada cidadão.

Juliana não era poderosa. Não era figura política. Era apenas mais uma brasileira esquecida por um governo que só estende a mão quando lhe convém.

Governo Lula gasta seis vezes mais com servidores do que com investimentos e abandona o futuro do Brasil.

Uma verdadeira bomba fiscal está prestes a explodir nos cofres públicos do Brasil. No governo Lula, o gasto com a folha de pagamento de servidores públicos federais chega a ser seis vezes maior do que tudo que é investido em infraestrutura, saúde, educação e desenvolvimento do país. É a consagração do inchaço da máquina pública enquanto o povo enfrenta buracos nas estradas, escolas caindo aos pedaços e hospitais sem insumos.

Segundo os dados do próprio governo, em 2025 estão reservados mais de quatrocentos e dezesseis bilhões de reais para pagamento de pessoal. Enquanto isso, os investimentos mal ultrapassam a marca de setenta bilhões. É um rombo que grita aos olhos de qualquer brasileiro consciente. Na prática, Lula está gastando tudo com salários e deixando o país literalmente às traças.

A cada ano, os números ficam mais escandalosos. O gasto médio com cada servidor federal disparou para trezentos e setenta e seis mil reais por ano. São mais de quinhentos e setenta mil funcionários ativos drenando os cofres da União. Em paralelo, rodovias se esfarelam, portos estão abandonados, e ferrovias esquecidas. Obras paradas são o retrato do Brasil largado pelo Palácio do Planalto.

A crítica parte até mesmo de técnicos do Congresso Nacional. Um deles declarou que o cenário é de tragédia anunciada: acidentes, colapsos, enchentes e mortes por causa da completa ausência de manutenção e investimento em infraestrutura básica.

O governo Lula prefere lotear cargos e alimentar aliados com comissões e altos salários a investir no que realmente importa para o povo. A arrecadação recorde não é revertida em qualidade de vida. Ao contrário, está sendo sugada por uma máquina pública inflada e ineficiente.

A situação é alarmante e beira o crime de responsabilidade com o futuro do país. Enquanto isso, a população paga a conta da inércia, do descaso e das escolhas políticas que priorizam cabides de emprego em vez de desenvolvimento. Lula governa para dentro do sistema e deixa o Brasil real à margem do progresso.

Se continuar assim, o legado deixado será o de um governo que trocou obras por contracheques e abandonou o povo para satisfazer a elite do funcionalismo.

Estudo revela que juízes e políticos ganham até 66 vezes mais que a média do brasileiro.

Um levantamento divulgado nesta quarta-feira, 25 de junho, mostra uma desigualdade gritante nos salários pagos pelo poder público no Brasil. De acordo com o Índice de Disparidade Salarial, elaborado pela Associação Livres, juízes e políticos recebem até 66 vezes mais do que a média da população brasileira.

O estudo utilizou como base dados do Painel do Poder Público da organização e da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua do IBGE. A renda domiciliar per capita no Brasil é de aproximadamente dois mil e sessenta e nove reais. Já os salários no topo da administração pública superam facilmente os quarenta mil reais mensais.

A maior disparidade foi encontrada no Poder Judiciário, onde magistrados chegam a ganhar 66 vezes mais que a média da população. Muitos juízes ultrapassam o teto constitucional por meio de pagamentos classificados como indenizatórios, como auxílio moradia, auxílio alimentação e outros benefícios.

O relatório aponta que só em 2025, mais de 63 mil pagamentos superiores a cem mil reais foram feitos a juízes e desembargadores. Já os ministros do Supremo Tribunal Federal recebem salários brutos mensais de quarenta e seis mil reais, enquanto juízes federais e procuradores da República giram em torno de trinta e sete mil.

No Poder Executivo, o presidente da República tem vencimentos mensais de quarenta e quatro mil e oito reais, valor que também é recebido por deputados e senadores. Essa quantia representa até 47 vezes a média da renda da população em estados mais pobres, como Alagoas e Acre. Mesmo em estados mais desenvolvidos, como São Paulo, a remuneração de um parlamentar é 20 vezes maior que a renda média da população.

No comparativo internacional, a disparidade brasileira também chama atenção. O presidente do Brasil recebe 21 vezes mais que a média nacional, enquanto presidentes de países como Argentina, Chile, Portugal e Austrália recebem entre 8 e 10 vezes mais que seus cidadãos.

A Associação Livres alerta que essa diferença não é um problema pontual, mas estrutural. A falta de controle nos reajustes, ausência de transparência e a lógica de autoconcessão de privilégios reforçam a desigualdade no serviço público.

Como solução, o estudo propõe a criação de um teto federativo com base na renda média de cada estado, conselhos independentes para definir salários de autoridades, maior transparência nos contracheques públicos e a adoção do próprio índice como ferramenta de controle e planejamento institucional.

O relatório completa afirmando que enfrentar esse abismo salarial é uma questão de justiça social e equilíbrio fiscal.

Maranhão firma parceria internacional de 100 milhões de dólares para recuperar áreas degradadas.

Em viagem oficial a Londres, o governador Carlos Brandão formalizou nesta terça-feira uma parceria estratégica que garantirá um investimento de 100 milhões de dólares para o estado do Maranhão. O acordo foi assinado com o Fundo Silvânia, uma iniciativa internacional voltada à recuperação ambiental e ao desenvolvimento sustentável de territórios em risco de degradação.

O montante será destinado a projetos de reflorestamento, regularização fundiária, recuperação de nascentes e fortalecimento de cadeias produtivas sustentáveis, com foco especial nas regiões mais afetadas pelo desmatamento e pela ocupação desordenada. A iniciativa também prevê a inclusão de comunidades locais em ações educativas e produtivas, promovendo renda, preservação e cidadania.

Durante o evento de assinatura, realizado na capital britânica, Brandão destacou o protagonismo do Maranhão na agenda ambiental e reforçou que o estado tem buscado liderar uma nova geração de políticas públicas voltadas para a economia verde. Ele ressaltou que o acordo também abre portas para novas parcerias com universidades, centros de pesquisa e empresas do setor ambiental.

A cerimônia contou com a presença de lideranças internacionais, representantes de organismos ambientais e investidores. O projeto está alinhado aos compromissos do Brasil com o Acordo de Paris e às diretrizes globais de combate às mudanças climáticas.

Com esse passo, o governo do Maranhão se insere em uma agenda internacional de preservação e desenvolvimento sustentável, reafirmando seu compromisso com o futuro do planeta e com a qualidade de vida da população maranhense. O investimento deve começar a ser aplicado já nos próximos meses, com foco em áreas prioritárias mapeadas por técnicos do governo e instituições parceiras.