Braide corre para liberar 22 milhões para o Carnaval e abandona a saúde

A corrida desesperada do prefeito Eduardo Braide ao desembargador Jorge Rachid Mubárack Maluf escancarou de vez as prioridades da gestão. Em nova petição, apresentada às pressas, Braide alegou “fato superveniente relevante” para justificar providências adicionais. O fato urgente, segundo ele, era o Carnaval. Enquanto isso, São Luís enfrenta hospitais sobrecarregados e obras paradas.

A decisão anterior do desembargador havia sido clara. O prefeito só poderia abrir créditos suplementares para despesas realmente essenciais, entre elas:

• Reforma do Hospital da Cidade: R$ 12.643.482,71

• Reforma da Clínica da Família Nazaré Neiva: R$ 2.940.180,10

• Construção da UBS Ribeira: R$ 2.360.000,00

• Insumos hospitalares: R$ 1.311.300,00

Mesmo com autorização para aplicar esses valores, Braide não executou os investimentos. E pior: também não pagou as emendas destinadas ao Hospital Aldina Ababel, unidade Hospital Aldina Ababel que sofre com falta de estrutura e atendimento precário. Dinheiro tinha. Vontade política, não.

Enquanto isso, dentro da Seplan, o secretário Simão Cirineu defendia que, por causa da proximidade da festa, seria necessário acionar a Procuradoria Geral do Município para garantir judicialmente os recursos. O argumento repetido nos documentos era de “necessidade pública inadiável”. Para a gestão, essa necessidade era o Carnaval.

E o ato mais surpreendente veio em seguida: antes mesmo da nova decisão judicial, Braide suplementou R$ 22.260.065,50 para bancar o evento. A operação relâmpago impressiona. O processo foi aberto às 13h16, e a nova petição ao desembargador entrou às 18h40 do mesmo dia.

Enquanto hospitais aguardam reformas, pacientes enfrentam filas e unidades funcionam no limite, o prefeito correu contra o relógio para assegurar mais de 22 milhões para trio elétrico, iluminação e atrações. As brigas com vereadores nunca foram sobre defender saúde ou educação. Sempre foi sobre liberar dinheiro para o Carnaval.

A população viu. E entendeu. A máscara caiu.

TJMA restabelece autonomia da Câmara de São Luís e derruba ordem que travava a pauta legislativa

O Tribunal de Justiça do Maranhão restabeleceu a autonomia da Câmara Municipal de São Luís ao suspender, em decisão de plantão, a parte da liminar que obrigava o Legislativo a interromper a tramitação e votação de qualquer proposição que não fosse o orçamento. A medida devolve ao Parlamento municipal o poder de organizar sua própria pauta.

O recurso foi apresentado pela Câmara contra decisão da Vara de Interesses Difusos e Coletivos, que havia autorizado a aplicação provisória de trechos do PLOA 2026, determinado a implantação imediata do reajuste do magistério, imposto prazo para votação do orçamento e fixado multa pessoal ao presidente da Casa. Para o Legislativo, a ordem configurava interferência indevida em matéria interna e violava sua autonomia constitucional.

Ao analisar o caso, a desembargadora Graça Soares Amorim considerou excessiva a determinação de “congelar” toda a agenda legislativa, afirmando que tal medida extrapola os limites da atuação judicial e invade o campo de deliberação política reservado ao Parlamento. Segundo a magistrada, a separação dos poderes exige respeito à esfera de atuação de cada órgão e impede que o Judiciário substitua decisões internas do Legislativo.

Com a decisão, fica suspensa a ordem que obrigava a Câmara a paralisar todos os demais projetos até a votação do orçamento e do PPA. Também fica proibida a edição de novos atos normativos que gerem despesas ou obrigações financeiras até que o PLOA seja votado, sendo declarados nulos os atos posteriores à decisão anterior.

A multa diária aplicada ao presidente da Câmara foi reduzida para 5 mil reais, limitada ao dever de pautar as matérias orçamentárias. A desembargadora ainda sugeriu que o presidente do Legislativo e o prefeito de São Luís realizem uma reunião institucional em até 48 horas para buscar uma solução consensual, evitando que o impasse prejudique a população da capital.

Prefeitura de Barão de Grajaú sob suspeita contratos milionários com empresas fantasmas

A gestão do prefeito Gleydson Resende, em Barão de Grajaú MA, está sob investigação após denúncias de vereadores de oposição sobre contratos milionários com empresas que, segundo eles, não existem ou não prestam serviços ao município. O valor apontado chega a R$ 15 milhões. Entre as empresas citadas estão Supermercado Super Tuf, de Tufilândia, e Azul Serviços e Comércio, de Pinheiro.

Vereadores denunciam irregularidades

Em agosto de 2025, parlamentares visitaram os endereços das empresas e relataram que elas não funcionam ou sequer foram inauguradas. Segundo os vereadores, trata-se de um caso grave de possível desvio de dinheiro público. Eles afirmam que já protocolaram ação judicial exigindo explicações e a prestação de contas por parte da prefeitura. Até o momento não houve resposta oficial da gestão municipal.

O que mostram os contratos oficiais

Uma consulta ao Portal da Transparência da Prefeitura de Barão de Grajaú revela diversos contratos ativos em 2025, com valores elevados, mas nenhum deles está em nome das empresas denunciadas. Entre os contratos de maior valor estão:

Contrato CNPJ Objeto Valor
028 2025 14.659.440 0001 60 Transporte escolar R$ 3.176.569,68 (Portal da Transparência)
117 2025 20.602.388 0001 08 Construção de unidades habitacionais R$ 3.168.749,25 (Portal da Transparência)
042 2025 26.954.034 0001 09 Manutenção de iluminação pública R$ 3.032.208,00 (Diário Oficial Municipal)
013A 2025 30.947.056 0001 19 Manutenção de aparelhos diversos R$ 622.545,00 (Portal da Transparência)

Somando apenas estes contratos chega-se a aproximadamente R$ 10 milhões, ainda abaixo dos R$ 15 milhões denunciados. Além disso, os CNPJs listados não correspondem às empresas apontadas como fantasmas.

Suspeitas e lacunas na gestão

A diferença entre os contratos oficiais e a denúncia levanta suspeitas. É possível que parte dos contratos tenha sido registrada sob outros nomes ou CNPJs, que haja subcontratação irregular ou que a divulgação oficial seja insuficiente. A falta de manifestação da prefeitura sobre o caso reforça a necessidade de investigação e transparência.

Para esclarecer a situação, especialistas e vereadores indicam algumas medidas:

  • Solicitar via Lei de Acesso à Informação todos os contratos, aditivos, notas de empenho, ordens de serviço e medições referentes às empresas denunciadas
  • Consultar a Receita Federal e juntas comerciais para verificar situação cadastral, endereço e sócios das empresas
  • Cruzar os dados dos CNPJs com os contratos publicados no portal de transparência
  • Realizar diligência de campo para confirmar se as empresas existem e se possuem estrutura física
  • Acompanhar se o Tribunal de Contas do Maranhão ou o Ministério Público abriram apuração formal

Por que é importante

Se confirmadas, essas denúncias configuram má gestão e possível desvio de recursos públicos, o que é grave para qualquer município. A população tem o direito de saber como o dinheiro público é utilizado, especialmente em contratos milionários.

Conclusão

A denúncia de R$ 15 milhões em contratos para empresas fantasmas em Barão de Grajaú apresenta elementos preocupantes: valores altos, relato de irregularidades físicas nas sedes das empresas e ausência de registros oficiais no portal de transparência. Os contratos oficiais listados no portal somam cerca de R$ 10 milhões, mas não correspondem às empresas denunciadas, aumentando a suspeita de irregularidades.

É responsabilidade do poder legislativo, da sociedade civil e dos órgãos de controle investigar o caso, exigir respostas da prefeitura e garantir que o dinheiro público seja usado de forma correta e transparente.

 

O TRT-16 determinou que a prefeitura de São Luís pague os subsídios diretamente ao SET

O Tribunal Regional do Trabalho da 16ª Região (TRT-16) proferiu uma decisão liminar no âmbito do Dissídio Coletivo de Greve, determinando que a Prefeitura de São Luís realize imediatamente o pagamento integral do subsídio devido ao Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET).

A decisão, assinada pelo desembargador Luiz Cosmo da Silva Júnior, reforça que o repasse deve seguir rigorosamente os termos do Acordo Judicial firmado entre as partes em 2024. O magistrado rejeitou a proposta do Município de realizar depósito judicial incidental ou efetuar pagamentos diretos aos trabalhadores.

Obrigações das Empresas e do Sindicato dos Rodoviários

A liminar também estabeleceu prazos e condições para as empresas e o sindicato dos rodoviários:

• Quitação de Salários: Após o recebimento dos valores do subsídio, o SET e as empresas consorciadas têm 12 horas para quitar todas as folhas de pagamento em atraso, incluindo salários, tíquetes e adiantamentos.

• Penalidades: Em caso de descumprimento, a decisão prevê medidas rigorosas, como multa pessoal aos sócios e dirigentes e desconsideração da personalidade jurídica para constrição de bens particulares.

• Frota Mínima: O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Maranhão (STTREMA) deve garantir a circulação mínima de 80% da frota em todas as linhas e horários, sob pena de multa diária de R$ 100 mil e possibilidade de declaração de abusividade da greve.

Crise e Repercussões

A decisão judicial surge em meio ao agravamento da crise no transporte público da capital maranhense, marcada por paralisações parciais da frota e atrasos salariais. O SET havia peticionado ao TRT-16, alegando que a inadimplência da Prefeitura no repasse do subsídio foi a causa motivadora da greve dos rodoviários.

A Prefeitura de São Luís, por sua vez, já se manifestou afirmando que irá repassar o subsídio conforme a determinação judicial.

Empresa sediada em Jatobá movimenta 67 milhões em prefeituras do Maranhão e pode ser alvo de operação da polícia federal

A sede simples da Promo Construtora e Locacao, localizada no Centro de Jatobá MA, contrasta com o volume milionário de contratos que a empresa acumulou nos últimos anos. Pertencente a Leonardo César Ribeiro Sousa, a Promo se tornou peça central em uma possível operação da polícia federal que pode atingir diversas prefeituras do Maranhão.

A empresa, registrada sob o CNPJ 15.495.355 0001 76, com capital social de dois milhões de reais, aparece como contratada por pelo menos sete municípios maranhenses, somando cerca de 67 milhões de reais em serviços. Entre as cidades que firmaram contratos com a Promo estão São Benedito do Rio Preto, Bacabal, Fortuna, São João dos Patos, Estreito, Pinheiro e Caxias.

A Promo ganhou notoriedade após ser citada no processo que afastou o prefeito de São Benedito do Rio Preto, onde investigações apontam possíveis irregularidades no uso de recursos públicos da educação. A presença da mesma empresa em contratos volumosos em vários outros municípios acendeu o alerta de órgãos de fiscalização e colocou a empresa no centro de suspeitas de um esquema maior.

Apesar da grande movimentação financeira, a empresa mantém uma estrutura discreta em Jatobá, como mostrado na imagem da fachada. Para investigadores, esse contraste entre o tamanho físico e o volume de contratos costuma ser um dos primeiros sinais de alerta em apurações de desvios de verbas e prestação de serviços potencialmente inadequada.

Os dados do CNPJ da empresa demonstram uma ampla gama de atividades registradas, incluindo construção, locações e transporte, o que facilita sua participação em diferentes modalidades de licitação. Entretanto, fontes apontam que muitos desses serviços contratados podem não ter sido devidamente executados, o que reforça a suspeita de irregularidades.

A polícia federal já teria reunido informações suficientes para avançar em uma fase mais dura da apuração, com possibilidade de buscas, apreensões e análise de quebras de sigilo envolvendo a empresa e seus contratos. O modelo repetitivo de contratações, somado ao volume elevado e à ligação com gestores investigados, fortalece a expectativa de que a Promo possa ser alvo direto de uma nova operação.

Caso os indícios se confirmem, o Maranhão pode estar diante de um esquema milionário envolvendo múltiplas prefeituras, contratos de fachada e possível desvio de recursos públicos. A empresa de Jatobá, antes quase desconhecida fora da região, agora está no centro de uma das investigações mais comentadas do estado.

Aniversário de Dra. Natassia Weba e Emilio Weba reúne multidão em Nova Olinda

Nova Olinda viveu uma noite de festa neste domingo 23 de novembro durante a celebração do aniversário de Dra. Natassia Weba e Emilio Weba. O evento foi aberto ao público e atraiu uma multidão para acompanhar um dos shows mais aguardados do momento o do cantor Eric Land que animou o público com seus maiores sucessos.

A comemoração contou com a presença de importantes lideranças políticas como Hemeterio Weba o deputado Fábio Macedo, Fábio Filho e o prefeito Ary Menezes que fizeram questão de prestigiar os aniversariantes e interagir com a população. O clima foi de alegria integração e forte participação popular reforçando a relação da família Weba com o município.

A noite especial marcou não só o aniversário dos homenageados mas também um momento de união comunitária com grande estrutura de palco som e segurança oferecendo à população uma festa organizada e acessível.

O evento se destacou como uma das maiores celebrações do ano em Nova Olinda evidenciando o prestígio da família Weba e o carinho do povo pela história construída por eles na cidade.

Escuta é encontrada no gabinete da presidente da Câmara de Viana e Polícia Civil abre investigação

Uma escuta clandestina foi localizada no gabinete da presidente da Câmara Municipal de Viana, Lauryfrancy Gomes, gerando forte repercussão política na cidade. O dispositivo foi identificado na última sexta-feira 21, escondido atrás de um vaso de vidro posicionado sobre uma estante dentro do gabinete. Após a descoberta, o local foi imediatamente isolado para evitar qualquer tipo de interferência.

Somente na manhã desta segunda-feira 24, uma equipe especializada da Polícia Civil conseguiu realizar a retirada segura do equipamento. Segundo os investigadores, a escuta será encaminhada ao ICRIM, onde passará por análise técnica. O objetivo é identificar possíveis digitais, a origem exata do aparelho e, principalmente, quem instalou o dispositivo para monitoramento ilegal.

A revelação do caso movimentou os bastidores da Câmara Municipal, levantando suspeitas e preocupações entre vereadores e servidores. A expectativa é de que a Casa Legislativa se pronuncie oficialmente nas próximas horas, explicando como a situação será tratada e quais providências serão adotadas.

As imagens do momento da retirada do aparelho foram autorizadas pela Polícia Civil, sob orientação do delegado Marcelo, e pela própria presidente Lauryfrancy Gomes, que tem colaborado com as investigações.

Luciana Leocádio realiza entrega de cestas básicas do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)

A manhã desta quarta-feira (12) foi marcada por mais uma ação importante da Prefeitura de Buriti Bravo, realizada por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, em parceria com a Secretaria de Agricultura

Foram entregues cestas básicas compostas por produtos adquiridos através do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), totalizando mais de 3 toneladas de alimentos comprados diretamente dos agricultores locais. A ação beneficia dezenas de famílias cadastradas no CadÚnico e assistidas pelos programas sociais do município

A prefeita Luciana Leocádio acompanhou as entregas e destacou a importância da iniciativa

“Essa é uma das ações que mais nos orgulha, porque representa um ciclo sustentável que beneficia a todos — os agricultores, que têm seus produtos valorizados, e as famílias, que recebem alimentos de qualidade. É assim que seguimos, construindo uma Buriti Bravo mais justa e solidária”, afirmou a prefeita

O Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) reforça o compromisso da gestão municipal com o desenvolvimento sustentável, a valorização da agricultura familiar e o cuidado com quem mais precisa.

 

Contratos de 2025 em Guimarães levantam suspeitas por falta de transparência

A Prefeitura de Guimarães celebrou em 2025 uma série de contratos de valores altos e finalidades distintas, mas boa parte deles ainda não está totalmente disponível ao público. A ausência de informações completas sobre os montantes e a execução dos serviços levanta dúvidas sobre a transparência da gestão municipal e a fiscalização dos recursos públicos.

Entre os contratos localizados, o de número 194/2025, firmado com o Instituto Viver, chama atenção pelo valor expressivo de R$ 5.529.241,95, destinado à prestação de serviços médicos para a rede municipal de saúde, com vigência de 10 de setembro de 2025 a 10 de setembro de 2026. O extrato aparece publicado no portal oficial da prefeitura (confira aqui).

Outros contratos, entretanto, aparecem no mesmo portal sem valores definidos ou informações completas, o que dificulta a fiscalização social. Entre eles estão os de números 125/2025, 120/2025, 123/2025, 124/2025, 081/2025, 077/2025, 078/2025, 079/2025 e 182/2025. Todos tratam de fornecimento de gêneros alimentícios, serviços de malharia, sucção de resíduos e manutenção de veículos, mas nenhum apresenta os valores globais ou cópia integral do contrato no portal.

Os extratos parciais podem ser conferidos nas publicações oficiais:

O cenário gera questionamentos sobre a regularidade das licitações, a entrega dos serviços e a execução dos recursos. A falta de detalhamento sobre valores e vigências impede que cidadãos e órgãos de controle acompanhem se os contratos estão sendo cumpridos corretamente.

Diante das lacunas, ficam as perguntas que a população tem o direito de ver respondidas pela Prefeitura de Guimarães:

  • Quais são os valores totais e as vigências de cada contrato firmado em 2025?
  • Por que não foram divulgadas as cópias integrais dos contratos e notas fiscais?
  • Houve aditivos, reajustes ou prorrogações que alteraram os valores iniciais?
  • Que empresas foram contratadas e quem fiscaliza a execução dos serviços?

O caso será encaminhado à prefeitura e, se necessário, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado para análise de possíveis irregularidades.

Os documentos parciais obtidos e extratos de contratos estão reunidos nesta planilha, que compila o que já é público e indica o que ainda precisa ser esclarecido.

Prefeita Luciana Leocádio entrega novo sistema de abastecimento de água no povoado Santa Maria em Buriti Bravo

A prefeita Luciana Leocádio inaugurou na manhã desta terça-feira (4) o novo sistema de abastecimento de água do povoado Santa Maria em Buriti Bravo. A obra garante água encanada para dezenas de famílias que antes enfrentavam dificuldades no acesso ao recurso.

Durante a cerimônia, Luciana destacou que a ação faz parte de um conjunto de investimentos voltados para ampliar o fornecimento de água tanto na zona urbana quanto na zona rural do município.

“Esse era um compromisso que firmamos com o povo da Santa Maria e hoje estamos cumprindo. Em 94 anos de história, nenhum gestor fez nem metade do que já realizamos em abastecimento de água. Ainda temos desafios, mas tivemos coragem e vontade de enfrentar o problema de frente e hoje avançamos a passos largos”, afirmou a prefeita.

Luciana ressaltou que a ampliação dos sistemas de abastecimento tem mudado a realidade de várias comunidades. “Já estamos apagando da memória aquelas imagens de pessoas com baldes nas ruas esperando por água. Ver a alegria das famílias ao abrir a torneira e ver a água jorrando é a maior recompensa pelo nosso trabalho”, completou.

Com mais essa entrega, a gestão municipal reforça o compromisso de investir em infraestrutura e garantir mais dignidade e qualidade de vida à população de Buriti Bravo.