Camarão sinaliza aliança com Braide, mas enfrenta desgaste nas redes após sucessivas controvérsias

O vice governador do Maranhão, Felipe Camarão, agitou o cenário político ao admitir publicamente que está aberto a uma aliança com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, nas eleições de 2026. Camarão destacou que sempre manteve boa relação com o prefeito e reconheceu que Braide é hoje um gestor bem avaliado na capital. Ele afirmou que, apesar do afastamento político após a eleição de Braide, os dois possuem mais convergências do que divergências e pertencem à mesma geração.

Camarão também admitiu que aguarda a definição do prefeito sobre uma possível candidatura ao governo, mas fez questão de declarar que receberia seu apoio de portas abertas.

A declaração, porém, acontece em um momento delicado. Enquanto tenta se posicionar como articulador político, Camarão tem enfrentado forte desgaste nas redes sociais. Nos últimos meses, o vice governador tem sido alvo de críticas intensas após atitudes consideradas por muitos como sinais de falta de experiência e preparo, o que tem prejudicado sua imagem e colocado em dúvida sua capacidade de liderar uma grande composição em 2026.

Governo do maranhão renova concessão do porto do itaqui, mas assume dívida de quase 500 milhões deixada pela gestão Dino

Nesta quinta feira, 29, foi oficializada a renovação da concessão da gestão do Porto do Itaqui para o Governo do Maranhão, por meio da Emap. A tão aguardada renovação veio, porém, acompanhada de um custo considerado absurdo até por integrantes do próprio governo.

Para assegurar a continuidade do controle estadual sobre o porto, a administração de Carlos Brandão precisou reconhecer e assumir uma dívida que se aproxima de 500 milhões. O rombo se refere a retiradas consideradas irregulares realizadas durante a gestão do então governador Flávio Dino, que utilizou receitas portuárias para outros fins sem autorização da União.

A renovação só foi autorizada porque o Estado aceitou assumir o passivo e parcelar o pagamento ao longo dos próximos 26 anos. Sem isso, a concessão não seria prorrogada.

A situação é tratada nos bastidores como mais um grande impacto financeiro herdado da gestão anterior. O episódio levanta questionamentos sobre a forma como o porto foi administrado nos últimos anos e sobre a falta de transparência envolvendo as receitas da Emap.

Para muitos agentes políticos, se existe uma definição para herança maldita, ela atende pelo nome de Flávio Dino.

TRE tem três processos que podem levar à cassação de prefeitos eleitos em 2024 no Maranhão

Com a retomada do recesso do Judiciário, prevista para o dia 20 de janeiro, o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão deve voltar à pauta com julgamentos que podem alterar o cenário político em municípios do estado. Pelo menos três processos em tramitação no TRE envolvem pedidos de cassação de mandatos de prefeitos eleitos nas eleições de 2024.

Os casos dizem respeito aos municípios de Pio XII, São Benedito do Rio Preto e Lago Verde. Em todos eles, os gestores permanecem nos cargos enquanto aguardam o julgamento dos recursos apresentados contra decisões de primeira instância.

Em Pio XII, o prefeito Aurélio da Farmácia, do PL, teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral sob acusação de abuso de poder político e econômico. A defesa recorreu da decisão, que agora será analisada pelo TRE.

Situação semelhante ocorre em São Benedito do Rio Preto. O prefeito Wallas Rocha, do Republicanos, e a vice prefeita Débora Heilmann, do PSB, também tiveram os diplomas cassados em primeira instância. Eles seguem no comando do município até que o Tribunal Regional Eleitoral julgue o recurso.

Já o caso de Lago Verde é considerado mais complexo. O prefeito Alex Almeida, do PP, teve a candidatura questionada pelo Ministério Público Eleitoral devido à rejeição de contas de gestão pelo Tribunal de Contas do Estado. Mesmo assim, ele concorreu à eleição amparado por decisão liminar. Após idas e vindas, o processo chegou ao Tribunal Superior Eleitoral, que determinou um novo julgamento. A análise foi iniciada em 2025, mas segue suspensa após pedido de vista, sem data definida para conclusão.

Além desses processos, o TRE do Maranhão também analisa um recurso relacionado a suposta fraude à cota de gênero nas eleições de 2024 envolvendo o partido Podemos. Nesse caso, o Ministério Público Eleitoral já se manifestou contra a reforma da decisão de primeira instância.

Os julgamentos são acompanhados com atenção por lideranças políticas e especialistas, já que uma eventual cassação pode resultar em eleições suplementares e mudanças significativas no comando de prefeituras maranhenses.

Pesquisa Completa mostra força de Hilton Gonçalo e amplia projeção estadual

A mais recente pesquisa do Instituto Completa revela o avanço consistente do médico e ex-prefeito Hilton Gonçalo no cenário político maranhense. O levantamento destaca que Hilton lidera em 15 municípios, muitos deles estratégicos pelo peso eleitoral e pela diversidade regional, reforçando sua capilaridade e capacidade de diálogo em diferentes áreas do estado.

Os números começam por Brejo, onde Hilton registra 35,3%, abrindo larga vantagem sobre os concorrentes. Em Buriticupu, aparece com 24%, superando com folga o segundo colocado, que tem 16%. Em Cajapió, atinge 33%, pontuação que o coloca entre os nomes mais competitivos avaliados.

Nos grandes centros, o desempenho também é expressivo. Em Imperatriz, a segunda maior cidade do Maranhão, Hilton marca 20,9%, ligeiramente à frente de Roberto Rocha, com 20,2%. Em Timon, importante polo da Região Leste, lidera com 37%, consolidando presença forte em áreas urbanas e densamente povoadas.

Alguns municípios mostram amplo domínio. Em Mirador, Hilton chega a 63,6%, marca avassaladora dentro da pesquisa. Já em São Raimundo das Mangabeiras, soma 50,7%, reforçando sua projeção no Sul do estado.

Outras cidades também apresentam desempenho sólido:

Passagem Franca – 20,2%

Paulino Neves – 22,2%

Pirapemas – 20,0%

Santa Inês – 15,9%

Santa Luzia – 17,9%

São Domingos do Maranhão – 23,5%

Tuntum – 33,3%

O conjunto dos dados evidencia que Hilton Gonçalo não apenas mantém competitividade, mas se consolida como liderança estadual em ascensão. Sua capacidade de crescer em municípios com perfis distintos  do Baixo Parnaíba à Região Tocantina, passando pelo Médio Mearim  mostra um nome apto a disputar espaços maiores na política maranhense.

Com números expressivos e presença consolidada, a pesquisa posiciona Hilton Gonçalo como uma das principais apostas para o futuro político do estado.

Fontes confirmam que Eduardo Braide decidiu disputar o governo do Maranhão em 2026

Fontes próximas ao prefeito de São Luís, Eduardo Braide, confirmam que ele já tomou a decisão de disputar o governo do Maranhão em 2026. A escolha, segundo aliados, veio após uma sequência de episódios que mexeram diretamente com seu cálculo político e reacenderam sua disposição para entrar na corrida estadual.

Um dos fatores decisivos teria sido a declaração recente do deputado estadual Yglésio Moisés, que afirmou publicamente que Braide não seria candidato ao governo. A fala teria causado forte irritação no prefeito, que interpretou o comentário como uma tentativa de desqualificá lo politicamente. Pessoas próximas relatam que esse episódio serviu como combustível para Braide, que já vinha avaliando a possibilidade de se lançar, mas ainda sem definição.

A decisão ganhou corpo depois de uma conversa reservada entre Eduardo Braide, seu irmão, o deputado estadual Fernando Braide, e o vereador dr Joel. Ambos teriam defendido que o prefeito não poderia abrir mão do protagonismo político em 2026, incentivando a candidatura e argumentando que o cenário ainda está aberto. Após esse encontro, Braide teria batido o martelo.

Outro elemento importante é o acordo já costurado com a vice prefeita Esmênia Miranda. Apesar de antigos atritos entre os dois e de Esmênia ter sinalizado aproximação com o governador Carlos Brandão, interlocutores afirmam que o clima foi resolvido e que um entendimento político foi firmado para 2026, com alinhamento sobre o projeto estadual.

A previsão é que Eduardo Braide anuncie oficialmente sua pré candidatura até a primeira quinzena de janeiro de 2026, movimentando de forma direta o tabuleiro político do estado.

Apesar da decisão tomada, o prefeito enfrenta desafios consideráveis. Especialistas apontam que Braide entra na disputa com pouca estrutura partidária e praticamente nenhum apoio consolidado no interior. Para ser competitivo numa eleição estadual é necessário montar representação em todas as 217 cidades do Maranhão, algo que hoje ele não possui. As tentativas de articulação realizadas nos últimos meses também não avançaram, incluindo negociações frustradas e uma presença apagada no evento do Agrobalsas.

Mesmo assim, aliados acreditam que a reeleição esmagadora em São Luís e a visibilidade construída no cargo podem sustentar um projeto estadual. Com o anúncio programado para janeiro, a expectativa é de que Braide inicie o ano abrindo frentes de diálogo e tentando ocupar espaços políticos que até agora não conseguiu consolidar.

O cenário ainda é incerto, mas a decisão está tomada: Eduardo Braide será candidato ao governo do Maranhão em 2026.

Pcdob pressiona Brandão e diz que repactuação só virá com gesto grandioso

O Pcdob divulgou nota pública nesta terça afirmando que ainda acredita numa possível repactuação política com o governador Carlos Brandão, mesmo após a série de desgaste enfrentada pelo Palácio dos Leões. O partido reconhece que o ambiente atual é tenso, mas sustenta que uma recomposição só seria possível diante de um gesto considerado “grandioso” por parte do governador.

Segundo a direção estadual, essa repactuação passa pelo cumprimento dos compromissos assumidos em 2022 e pela retomada do projeto político iniciado em 2014, quando o grupo de Flávio Dino chegou ao poder. Na prática, o Pcdob cobra três pontos centrais do governador: renunciar em abril do próximo ano, retirar a pré candidatura de seu sobrinho Orleans Brandão e apoiar Felipe Camarão para o governo em 2026.

Na nota, o partido volta a criticar o que chama de avanço de um projeto familiar e patrimonialista dentro do governo, além de mencionar o recente escândalo das escutas ilegais que expôs uma crise institucional sem precedentes. Para a legenda, esses episódios simbolizam o distanciamento de Brandão do pacto político que sustentou o grupo nos últimos anos.

Apesar das críticas duras, o Pcdob afirma que não fecha as portas para o diálogo. A legenda admite, porém, que a possibilidade de reconciliação é hoje “cada vez menos factível”, refletindo um cenário de desconfiança mútua e forte desgaste interno.

A posição do Pcdob movimenta o tabuleiro da política maranhense e sinaliza que a definição das alianças para 2026 ainda está longe do desfecho. A eventual reaproximação ou o rompimento definitivo pode redesenhar forças, fragilizar grupos e alterar composições na disputa pelo comando do estado.

Gestão Paulo Victor mergulha a câmara de São Luís em denúncias atraso de salários e descaso com servidores

A Câmara Municipal de São Luís vive hoje um dos momentos mais críticos de sua história recente. Sob o comando do presidente Paulo Victor, a instituição hoje é a mais famosa do Brasil, mas não se destaca por trabalho, transparência ou boa gestão, mas sim por uma sucessão de escândalos, denúncias e irregularidades que atingem diretamente servidores, prestadores de serviço e toda a imagem do Legislativo municipal.

Durante toda essa gestão não houve qualquer aumento para os servidores da casa. A situação é ainda mais grave quando se trata das contribuições previdenciárias: o valor do INSS é descontado mensalmente do salário dos funcionários, mas não está sendo repassado ao Instituto, prática que configura apropriação indevida. Na prática, o servidor paga, mas o órgão não recebe, acumulando débitos e insegurança para todos que dependem da regularidade previdenciária para aposentadoria e benefícios futuros.

A crise se estende também à área de comunicação, que acumula meses de atraso de pagamento. Profissionais que sustentam a imagem institucional da Câmara denunciam calotes, contratos ignorados e total falta de compromisso com quem presta serviços essenciais ao funcionamento da casa. O que deveria ser gestão se transformou em desorganização, desrespeito e humilhação por parte do presidente Paulo Victor que está totalmente perdido a frente da casa que tem minimamente 15 milhões mensais administrados sem transparência ou responsabilidade alguma.

Essa é a marca da administração Paulo Victor. A cada semana surge uma nova denúncia, e mesmo assim nada muda. Cada uma das 3 sessões semanais custa em média 1.300,000,00 para os cofres da entidade, mas é impossível encontrar sequer papel higiênico nos banheiros, ou água mineral nos bebedouros da casa, Hoje a Câmara Municipal de São Luís se tornou um símbolo nacional de sujeira política, citada não pelos projetos que aprova, mas pelos escândalos sucessivos que mancham o Legislativo da capital maranhense.

Enquanto isso, os escândalos se acumulam e a indignação cresce. A população observa uma instituição que deveria representar os interesses da cidade se transformar em palco de irregularidades gritantes, com impactos diretos sobre direitos trabalhistas, responsabilidades legais e moralidade administrativa.

Esperamos ansiosamente que esse mandato acabe logo e a câmara se livre desse vereador e a política do Maranhão não tenha mais nenhum tipo de cadeira ocupada por ele, que o próximo presidente dessa casa não tenha os mesmo hábitos e irresponsabilidades dele, desejo de coração que Deus dê sabedoria aos amigos que por lá continuarem e que vão ocupar essa cadeira, especialmente a Beto Castro e ao Marquinhos que hoje disputam a presidência para o próximo biênio.

TCE investiga compra de livros de mais de 8 milhões feita pela gestão de Dr. Julinho em São José de Ribamar

O Tribunal de Contas do Estado do Maranhão abriu uma investigação contra a administração do prefeito Dr. Julinho após apontar possíveis irregularidades em uma contratação superior a oito milhões de reais para a compra de livros didáticos. Segundo o órgão de controle, o município adquiriu materiais que já eram distribuídos gratuitamente pelo Governo Federal por meio do Programa Nacional do Livro e Material Didático, que atende todas as redes públicas do país.

A apuração foi iniciada a partir de uma representação da Gerência de Fiscalização III do TCE. Os auditores afirmam que a prefeitura não apenas comprou livros disponibilizados sem custo pelo programa nacional, como também tentou justificar a dispensa de licitação com argumentos frágeis. A administração alegou que apenas a empresa R Oliveira Comércio e Serviços Educacionais teria exclusividade para fornecer as coleções “Descobertas no Brincaprender” e “Leio Escrevo e Calculo”.

A equipe técnica identificou, porém, que esses mesmos materiais foram adquiridos por outros municípios maranhenses em pregões eletrônicos, o que desmente a tese de exclusividade sustentada pela gestão. Para o Tribunal, existia plena possibilidade de promover disputa pública e ampliar a concorrência, mas a prefeitura optou por uma contratação direta que pode ter limitado a competitividade e elevado o risco de prejuízo aos cofres municipais.

O caso ganhou ainda mais relevância após o TCE cruzar dados do FNDE. De acordo com o sistema federal, São José de Ribamar recebeu mais de cento e trinta e três mil livros do programa nacional em 2025, volume considerado suficiente para atender a rede municipal de ensino. Mesmo assim, a administração aprovou a compra de sessenta e um mil exemplares das mesmas coleções, o que, segundo os auditores, representa uma despesa desnecessária e contrária ao princípio da economicidade. Eles alertam que a continuidade dos pagamentos pode causar dano de difícil reparação ao erário.

Diante das inconsistências encontradas, o Tribunal de Contas determinou a suspensão imediata de todos os repasses relacionados ao contrato. O prefeito Dr. Julinho também foi notificado a comprovar a entrega integral do material, demonstrar a real necessidade da aquisição e apresentar justificativas que expliquem o gasto milionário com livros já garantidos pelo Governo Federal.

O episódio se soma a outras controvérsias envolvendo recursos da educação na atual gestão. Se as irregularidades forem confirmadas, o caso pode se transformar em um dos maiores escândalos já registrados no Maranhão.

Yglésio diz que esquerda rejeitou PL Antifacção porque presos votam majoritariamente nela

O deputado estadual Yglésio Moyses (PRTB) comentou os motivos que, segundo ele, levaram deputados federais de esquerda a votar contra o PL Antifaccao, aprovado pela Câmara nesta terça feira, 18. Para o parlamentar, a principal razão seria o impacto eleitoral provocado pela nova regra sobre presos provisórios.

Yglésio afirmou que a emenda do deputado Marcel van Hattem (Novo RS), aprovada durante a análise do projeto, altera diretamente o cenário eleitoral ao impedir o alistamento e ao determinar o cancelamento do título de eleitor de pessoas em prisão provisória. “Cortaram aí, pelo menos, quase um milhão de eleitores do PT”, declarou.

A emenda determina que presos provisórios, mesmo sem condenação, não possam votar. Van Hattem defendeu a medida dizendo que não faz sentido um cidadão afastado da sociedade continuar influenciando processos eleitorais. Ele chamou o voto desse grupo de regalia e afirmou que permitir esse direito é um contrassenso.

O tema reacendeu o debate sobre participação política e direitos de pessoas privadas de liberdade. Críticos da proposta argumentam que presos provisórios ainda não foram julgados e não deveriam perder direitos civis. Já os defensores do PL afirmam que a medida reforça o combate às facções e evita possíveis manipulações dentro das unidades prisionais.

Dados de 2022 mostram que, entre os presos que votaram naquele ano, quatro em cada cinco apoiaram a eleição do presidente Lula. Para Yglésio, essa estatística ajuda a explicar a resistência de parte da esquerda em apoiar o dispositivo incluído no projeto.

Buriti Bravo: Jonnídio Bezerra tira a máscara e revela seu perfil de traidor mais uma vez

 

Mais uma vez, o vereador Jonnídio Bezerra conseguiu transformar uma sessão solene em um verdadeiro espetáculo de vergonha política. Durante a votação das contas do ex-prefeito Cid Costa, na tarde desta quinta-feira (29), o parlamentar voltou a exibir seu comportamento errático e sem compromisso com a coerência ou com a verdade.


O que mais causa indignação é que o próprio Jonnídio fazia parte da Comissão de Finanças, Orçamento e Tributação que analisou as contas de 2015 e assinou o parecer pela desaprovação, apontando graves irregularidades na gestão do ex-prefeito. No entanto, na hora da votação em plenário, o vereador agiu de forma totalmente incoerente e votou contra o parecer que ele mesmo ajudou a construir e assinou,  uma contradição que escancara a falta de caráter e de firmeza política de Jonnídio Bezerra.

Depois de ter voltado à base da prefeita Luciana Leocádio e, até então, se mostrado alinhado ao grupo, Jonnídio surpreendeu a todos ao mudar repentinamente de posição. O vai e vem do vereador já conhecido como “sanfona de grupo”  causou revolta entre os presentes, que reagiram com gritos de “traidor!” diante da cena lamentável.

Essa não é a primeira vez que o vereador se envolve em episódios polêmicos. Em 2022, ele foi um dos articuladores de uma das eleições de Câmara mais vergonhosas da história de Buriti Bravo, marcada por ameaças, confinamento de parlamentares e até presença de capangas armados. O episódio terminou em confusão e delegacia, manchando a imagem do Legislativo e virando símbolo de desrespeito às instituições.

Além disso, Jonnídio acumula denúncias de rachadinha e irregularidades durante sua gestão à frente da Câmara, respondendo a processos penais e civis.

Com essa nova reviravolta, o vereador confirma o que muitos já sabiam: não tem lado, nem palavra, apenas interesses próprios. Sua postura instável e traiçoeira o coloca, mais uma vez, como um dos maiores símbolos da velha política que Buriti Bravo tenta deixar para trás.